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Um romance arrebatador e assombroso sobre uma mulher à beira do limite, retratado com toda a vivacidade da experiência sentida. Um romance sobre a escritora fictícia Lise Mundus que remete para o quarto e último casamento de Tove Ditlevsen - explora o cas amento e o divórcio, o amor e a loucura, o medo, a ternura e o mal. O seu livro A Trilogia de Copenhaga, que a revelou aos leitores portugueses, é um sucesso de vendas.
Características
Sinopse
- Copenhaga, 1968. Lise, uma escritora de livros infantis e mãe de três filhos, casada, vê a sua vida quotidiana a esvair-se. É cada vez mais assombrada por rostos e vozes sem corpo. Além disso, está convencida de que o seu marido, extravagantemente infiel, a vai deixar. Mas, acima de tudo, tem medo de não voltar a escrever. No entanto, à medida que mergulha num mundo de comprimidos e hospitais, começa a interrogar-se: será a loucura algo que realmente se deva temer, ou será que traz uma espécie de liberdad e? Em Os Rostos Tove Ditlevsen reflete sobre casamento e divórcio, amor e loucura, medo, ternura e maldade, utilizando magistralmente os meios literários para tornar tangíveis as mudanças na perceção de uma mulher. Tendo-se inspirado no seu quarto e úl timo casamento, com a sua escrita sensível, sofisticada e de uma integridade e ironia corajosas, Ditlevsen consegue transformar em arte as experiências da vida pessoal. É por isso vista como uma precursora de escritores confessionais como Karl Ove Knausgå rd, Annie Ernaux, Rachel Cusk e Deborah Levy.
Dimensões LxAxP
- 23,50X15,50X1,70 cm
Encadernação
- CAPA MOLE
Nº de páginas
- 176
ISBN
- 9789722082389
Editora
- DOM QUIXOTE
Data Lançamento
- 02-07-2024
Idioma
- PORTUGUÊS
Autor
- TOVE DITLEVSEN
Sobre o Autor
- Tove Ditlevsen é uma das vozes mais originais e importantes da literatura dinamarquesa. Nasceu em Copenhaga, em 1917, num bairro de classe trabalhadora. Começou a escrever aos dez anos e publicou mais de vinte livros, que vão do romance ao conto, passando pela poesia e pelo género autobiográfico. Recebeu os prémios mais importantes das letras dinamarquesas, como o Tagea Brandt Rejselegat, em 1953, e o De Gyldne Laurbær, em 1956. Desde cedo, Ditlevsen teve de lidar com a tensão entre a sua vocação de esc ritora e os seus papéis de filha, esposa e mãe, bem como com a sua condição de viciada - temas centrais da sua obra -, o que a levou a escrever sobre a experiência e a identidade feminina de uma maneira muito à frente do seu tempo e ainda pertinente para as discussões atuais em torno do feminismo. Com uma vida difícil marcada por vários divórcios e problemas de saúde mental, Tove Ditlevsen acabaria por se suicidar em 1976, aos 58 anos.
Descrição
LIVRO OS ROSTOS DE: TOVE DITLEVSEN
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